Celebre a exclusividade de ser você


Como é difícil se desconectar do outro para se aproximar mais do eu. A enxurrada de ego invade nossas timelines e nossos pensamentos. Desconectar do bisbilhotar a vida alheia para se conectar ao seu mundinho parece, tantas vezes, tedioso demais. Porque não há alegria que não seja a estampada na paisagem de um por do sol da janela do quarto ou a de um café da manhã dos deuses em uma locação cinematográfica. Ou há?



É preciso se desvencilhar dos nós a que ficamos presos. Dos estereótipos a que somos apresentados como ideais e inalcançáveis.  A gente diz que sabe que, do outro lado da tela, aquela vida de felicidade não é o total da vida, mas percebo que muita gente, ao meu redor – e perceba também perto de você -, vive aos suspiros pesarosos pelas conquistas que o outro realiza e menospreza aquilo que o universo já lhe deu.

É preciso entender a jornada do outro e não somente o destino final. A história do outro não é melhor que a sua. As conquistas dele não diminuem as suas chances de também conquistar. Isso deve te motivar, te inspirar a ser alguém mais do bem. A gente precisa experimentar viver a sabedoria para não se diminuir; a empatia, para admirar e não sentir inveja; contribuir e não competir.

A gente precisa celebrar a alegria das nossas etapas, com as dificuldades e vitórias. Afinal, a vida é uma dança das cadeiras e estamos todos conectados. Não sabemos a dor ou glória do amanhã, mas, quando temos compartilhamos coisas boas, o todo sempre retribui.

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