Sempre temos muito a aprender

Ainda que a gente queira que os dias sejam leves, a realidade das relações parece subtrair a espontaneidade. Cada vez mais é preciso se subsidiar de doses de si mesmo, de poderio, de ego, para "bem conviver" e não se deixar ser socialmente esmagado.


Emoção e razão precisam estar bem delimitadas; não pode haver uma pessoa inteligente o bastante que deixe transparecer aborrecimento. Ter poder é uma questão de parecer ter, de implantar seu marketing pessoal sobre os demais, que já estarão exauridos da sua presença. Sim, isso cansa quem está por perto! E, acredite, interpretar papéis sociais é esgotante também para você, por mais acostumado que esteja.

A vontade é de que as relações possam ser um tanto quanto mais inconsistentes de padrões. Que a gente possa dizer o que pensa com liberdade, e não porque deve dizer; que precisemos criar laços desprovidos de nós, de arremate. 

Também que não seja conveniente provocar, deturpar as situações, desolar o outro para poder se sentir mais preenchido. Isso só irá suprimir ainda mais o pouco bem que há em ti. 


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