Pausa para uma bate-papo sobre mulheres e mulheres


Olá, amigas leitoras! Hoje, quero conversar com vocês sobre o universo feminino e minha opinião acerca da realidade fugaz que vemos estampada nos corpos esculturais e no vocabulário limitado. Sem ser taxativa, quero compartilhar com vocês pensamentos para que, assim, possamos nos tornar ainda mais próximas, aqui neste espaço.


Sei que sempre escrevo sobre beleza, moda e afins. E esse assunto é, possivelmente, um dos que norteiam grande parte das conversas entra colegas e amigas. Difícil, entretanto, é lidar com este tema sendo o único que permeie o relacionamento, ou seja, não dá para bater papo com alguém que se reduza a futilidades, pois cabelo, maquiagem, roupa, academia e dieta devem ser meros coadjuvantes de um enredo principal: cuidar do seu conteúdo.

Amiga leitora, se ainda estiver lendo até aqui, quero pedir que, assim como eu tenho pensado a respeito disso, você também se permita desligar deste mundo que te cobra a perfeição enlatada. Que você não se renda às maluquices mercadológicas porque um formador de opinião recém-descoberto disse que o produto é fantástico; que você aprenda (ou reaprenda) a analisar e a colocar mérito naquilo que realmente valha à pena. Que, antes de tudo, você não se prenda a estereótipos e não perca o que você tem de mais valioso: a sua identidade.

Não quero dizer que você deve deixar de buscar seguir ou se relacionar com pessoas bacanas, que te fazem sorrir nos momentos de tensão, mas que, ao escolher, que seja alguém que, além de bonita e divertida, te faça crescer para além das aparências.

Também não quero dizer que você deva deixar de se cuidar, de buscar o seu melhor e se sentir bem consigo mesma, mas que isso não deve vir desvinculada de ideia de cuidar de dentro para fora.

Se você gostou da reflexão, curta ali em cima; se não gostou, comente também, pois podemos estender conversas desse tipo aqui.

Um beijo e até a próxima!

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